Senti braços me envolverem num aperto rápido. Respiro fundo e sorrio diante de vários motivos para chorar.
-Você não pode mandar a minha irmã embora! - Violet fala com sua voz abafada em minhas costas.
-Vai ficar tudo bem, meu amor. - Falo baixinho pra ela.
-Não está achando bom, pode ir junto com a sua irmã. - Minha mãe da de ombros, claro que ela adoraria que nós duas fossemos embora, ela nos odeia.
-Você está passando dos limites, Debra! - Meu pai se ajeita, agora em pé, e ela passa a mão no rosto e em seguido nos cabelos.
-Os três vão ficar contra mim agora. O monstro aqui é ela e esse bastardo que ela carrega. - Ela aponta pra mim com desdém. - Querem ir todos embora, podem ir.
-Olha aqui pra mim. - Meu pai segura fortemente nos braços dela. - Ninguém vai ir embora dessa casa, ela é nossa filha! Não vamos abandona-la assim.
-Mas ela está com esse negócio dentro dela. - Ouvi sua voz, que mesmo meio chorosa, não vacila.
-Negócio... ele não é um negócio, ele ou ela é seu neto.
-Filho de alguém que nem conhecemos. O que eu vou dizer para o reverendo? Para minhas amigas? Para a vizinhança.
-Me poupe, Debra. - Ele bufa. - Você está pensando primeiro na igreja e na vizinhança pra depois pensar na nossa filha?
-Chega vocês dois. - Me desvencilho dos braços da Violet e ando um passo pra trás. - Eu vou ir embora, porque não aguento mais isso daqui. - Respiro fundo. - Não ouse, nunca, chegar perto do meu filho, se ele é negócio agora antes de nascer, ele será pra sempre um negócio, e más vibrações e negatividade eu não quero pro meu filho. - Dei ênfase no meu filho.
-Pode ir. - Ela começou a falar isso, e ficou repetindo.
Meu pai assentiu para que eu fosse para o quarto e Violet veio atrás de mim como uma sombra.
-Se eu soube tarde assim, eu posso saber pelo menos quem é o pai? Eu calculei que é o Finn... - Ela para sob a porta fechada assim que entra junto comigo.
-Eu prometo que até semana que vem eu falo pra você, mas não, não é o Finn...
-Tudo bem, eu vou te entender, quer ajuda? - Pergunta ela, já mudando de assunto.
-Eu amaria!
Nós íamos comentando coisas sobre a minha mãe, eu estava nervosa e tremia um pouco, mas nada que depois quando eu descansasse passasse. Eu estou literalmente aliviada, além de sair do mesmo teto que ela, pude falar algumas coisas. O fato do meu pai e minha irmã estarem do meu lado e me apoiarem já é o suficiente.
Enquanto Vi foi pegar a outra mala, eu aproveito para ligar para as meninas que devem estar esperando minha ligação desde antes. Falo por cima sobre as coisas que rolou, e já falei sobre a minha saída de casa, e meu novo lar: a casa da Belle!
Por muitas vezes ouvi Violet dizer que vai comprar uma casa para morar comigo, sozinhas, e com sua sobrinha, ela aposta que é menina e já pediu para poder escolher o nome se for mesmo. Óbvio que eu disse que irei pensar, mas eu confio no gosto dela, e talvez ela escolha um lindo nome.
Doía dobrar as roupas como se não houvesse uma volta para essa casa. Não, na verdade não há volta, ao não ser que eu tire meu bebê - mas isso nunca. Se antes, quando ele era apenas um pequeno embrião, com semanas de fecundação, eu não tirei, não irá ser agora que irei tirar. Ele já pertence à mim, mais do que eu pertenço à ele.
Alguns minutos me remetem a pensar no Bruno, pensar em como ele está agora sabendo que esse filho é dele e que ele irá mesmo ser pai. Ele parecia tão mal quando soube, tão aflito, me bateu medo e um certo reconhecimento na sua face perdida, porque eu me senti exatamente assim quando soube: perdida. Sei que passa a sua vida toda pela cabeça, e ela passa pela transformação de pensamentos, a mudança de planos. Eu estava juntando dinheiro para conseguir comprar um atelier, montar meus look's, fazer tudo direitinho até um dia ser uma grande confeccionista, fazer um nome. Mas, eu vou ter outra direção para esse dinheiro, não será mais eu, será eu e ela ou ele.
-Pensando no que? - Pergunta Violet fechando a última mala.
-Em tudo, na vida... esse bebê. - Passo a mão rapidamente pela minha barriga e ela sorri.
-Você vai ter tudo o que precisa e tudo vai se encaixar, não tenha medo. - Ela levanta e vem na minha direção. - Lembra quando eu era pequena que você vivia dizendo que eu não deveria temer o escuro? - Balancei a cabeça lembrando de muitas vezes em que falei isso. - Agora você é quem não deve ter. Você é forte e é muito mais especial do que pensa.
-Eu estou recebendo conselhos seus... quando cresceu tanto? - Pergunto com os olhos marejados e passando a mão no seu cabelo.
-Enquanto você fazia roupas e fazia filhos, eu estava crescendo. - Ela ri e da de ombros. - Bruno me ensinou muita coisa com suas músicas.
-Ah. - Fico com a minha boca entreaberta e ela sorri. Se ela soubesse o quão cachorro ele é, ela não teria tanta paixão por ele. Uma pena.
Bruno Pov's
Eu estava com um peso sobre mim, ninguém sabe além de mim e do Phil, e isso está realmente me matando. Eu queria poder compartilhar que estou com medo, assustado de verdade, mas não consigo nem pensar direito. Passei a noite com a Sophie para ver se algo melhorava, mas nem isso melhorou, transei com ela sem muita vontade e depois ainda tive coragem de pedir para que ela dormisse em algum outro quarto porque eu realmente queria descansar. E quando ela saiu, esbravejando, eu parei pra pensar e pensei que essa foi a cama que aquele bebê foi concebido.
-Droga de cama, droga de vida! - Repouso as mãos na cabeça.
Eu sei que preciso fazer algo, mas o que? Phil disse que eu tenho que pelo menos assumir essa criança, mas eu não sei se quero. É meu filho, mas ele não foi planejado. É uma criança, sangue do meu sangue, mas tenho meus pés e mãos atadas, não há muito o que fazer.
Viro para o lado, me apoio para levantar da cama e fecho os olhos quando me sento na beira da cama. Calço meus chinelos e ando para o banheiro. Abro o chuveiro e mergulho meus pensamentos naquela água, que desce pelo ralo, eu estou quase indo com ela.
++++
Canso ficar sentado escutando aquelas batidas do estúdio. Outro dia, qualquer dia, eu estaria pensando nas músicas, no meu CD para o final do ano, em tudo, mas agora só quero me afastar desse som. Saio do estúdio e vou para o pátio, sento-me na mureta que tem próximo as flores e respiro fundo para conseguir voltar e produzir o quanto antes, mas fica difícil com tudo isso acontecendo.
-Vamos ter que melhorar isso daí, vamos ter que aumentar a estima e voltar para o estúdio. - Phil senta ao meu lado e eu me ajeito direito. Sua mão encosta no meu ombro de leve. - E tudo isso vai começar quando você ir atrás da menina, falar com ela, e assumir.
-É difícil, é mais complicado do que parece ser. - Bufo revirando os olhos. Ninguém vai entender como eu estou me sentindo agora.
-Parece que o mundo está caindo sobre a sua cabeça, que nada mais faz sentido, e que tudo isso parece que não vai ter fim?! - Phil faz a pergunta e eu respondo assentindo. - Está esperando ela ganhar esse filho, pra você ver a carinha dele e aí sim tocar seu coração?
-Não... eu não sei se eu quero ver ele ou ela.
-Você não sabe se vai assumir ou não, é isso?
-É, mais ou menos isso. Eu vou lançar meu segundo álbum, eu tenho uma carreira, fãs, eu tenho uma família que vai me odiar só por estar pensando que esse filho é uma pedra no meu sapato.
-Nunca diga que ele é uma pedra.
-Phil...
-Bruno, eu vou falar última vez para você pensar sobre isso tudo, pensa sobre seu filho, não só na sua carreira. Vá atrás dela, ofereça um auxílio, o seu sobrenome nessa criança. Assuma as suas responsabilidades mesmo que elas sejam mais complicadas do que pareçam.
Por mais que eu me sentisse na obrigação de dizer algo ali, eu não sabia o que dizer, parece que as palavras trancaram. Ele pode ter uma razão, uma pequena razão, mas eu sou mais egoísta do que pareço ser, e isso seria praticamente um fim pra tudo isso. Meu gênio é forte demais para arcar com esse tipo de consequência.
Amber Pov's
-Eu vou arrumar o resto do quarto, semana que vem eu irei comprar as tintas para pintarmos ele.
-Não, nem sabemos o sexo. - Oponho contra a ideia da Belle.
-Mas eu não irei pintar de cor forte, apenas branco, e quando soubermos o sexo, vamos colocar um pedaço de papel de parede. - Rye da de ombros.
-Ah bom. - Dei um risinho sem graça.
-Eu estou morando com as minhas duas melhores amigas, isso parece um sonho de adolescente.
-Daria um filme. - Riley meche em sua unha, aparentemente lascou ao lado. - Três meninas e um bebê.
-Ou Quatro é demais. - Eu ri da minha ideia e Rye também, Belle demorou para associar, mas riu quando viu que eu estava brincando.
++++
Me instalei na casa da Belle a exatamente uma semana atrás. Estou sentada há mais ou menos duas horas fazendo confecções. Eu consegui essa semana três vendas no blog, e com isso engrenei na frente da agulha e da linha, do papel e do lápis, da máquina e dos tecidos de diversas cores e formas.
Estou cada vez melhor com meu bebê, aceitando ele de uma forma inexplicável. Recebi a visita da minha irmã e do meu pai, no final de semana. Sei que com a minha mãe a coisa será mais embaixo, e sei que ela é minha mãe, é meu sangue, mas se for para me atrair mais negatividade do que minha vida já está,eu prefiro que ela fique bem longe de mim.
Ouço o barulho da porta e levanto para ir ver se Belle ou Rye chegaram. A casa está silenciosa, acho que o barulho foi algo da minha cabeça. Escuto um ruído na mesa da cozinha e caminho espiada para lá. Além de todos os defeitos, sou medrosa.
Há uma xícara sobre a mesa, estranho ela ali, ainda mais porque ela está cheia, com algum tipo de desenho daqueles que fazem em café expresso. E há mais um papel dobrado embaixo. Cheguei mais perto, talvez seja algo que Belle tenha ganhado de alguém, ou até mesmo Rye.
-Alguém? - Perguntei.
Não há nenhuma resposta. Cheguei mais perto, o desenho sobre o café é lindo, são dois ursos escrito "love". Balbuciei um "que lindo" e fiquei com receio de pegar o papel que estava ali.
-Pode pegar o papel e ler, e o café não está com sal, garanto que ele está bem gostoso! - A voz masculina que ouço, já ouvi muitas vezes. Respiro fundo e olho para trás.
Lá está o Finn, com uma camisa branca, um casaco social por cima, e sua calça jeans que combina super com seu sapato. Seu cabelo baixo e sua barba por fazer, bem baixinha.
-Finn. - Encho meus olhos de lágrimas.
Minhas pernas fraquejaram, ele me abraçou, envolveu seus braços em meu corpo e apertou-os mais forte, me passando segurança, força, e amor...O que ele está fazendo aqui? Isso significa que eu estou perdoada por ele? Minha cabeça girava e girava e a única coisa que eu mais pedia era tempo, tempo para aproveitar mais esse abraço, esse amor, esse carinho.
-Eu não consigo acreditar. - Meus olhos se enchem de lágrimas e ele pega emu rosto carinhosamente com suas mãos, e limpa as lágrimas com seus polegares.
-Não precisa chorar.
-Mas...- Comecei a chorar novamente, mas agora com um sorriso nos lábios.
-Não precisa ler aquele papel, eu posso falar pra você tudo que tem ali. Quer ouvir?
-Que-quero, claro. - Gaguejo um pouco.
Enquanto caminhamos até o sofá para sentarmos, ele põe a mão sobre o meu ombro o que me deixa completamente desarmada, eu gosto muito dele. Sentei-me ao seu lado, com uma certa distância até, não como eu estava acostumada antes. Perguntei, antes de tudo, onde as meninas estariam, e ele falou que planejou isso com a Belle e levou elas para o shopping ficar um pouco lá para nós conversarmos.
Fiquei calada e ele riu nervosamente.
-Você sabia que é a primeira pessoa que eu me envolvo por mais de um mês que eu não levei para a cama?
Corei instantaneamente e sorri da maneira mais sem graça do mundo, querendo ficar com o rosto no chão por vergonha de ter feito uma coisa tão ruim para um homem tão bom.
-Não quero tocar em feridas antigas. Mas Amb, o que eu quero dizer com isso, é que você foi a única pessoa que eu confiei rapidamente, a única pessoa que me cativou com tão pouco, logo eu que sempre fui mais seletivo.
-E em troca eu te dei uma decepção. - Ponho minha mão esquerda sobre a barriga e ele observa.
-Não vou mentir que fiquei decepcionado, mas havia mais raiva do que decepção. Geralmente não comento isso com as pessoas, mas o que mais me doeu nisso é saber que mesmo que você ficasse comigo, esse filho não poderia ser meu, eu sou estéril, Amb.
Me choquei mais do que já estava. Minhas mãos quiseram apertar as suas, meu tio por parte de mãe é assim, e eu lembro de quantas noites ele passava em claro se lamentando baixinho por não poder ter filhos graças a um tombo que levou e machucou seriamente a área genital.
-Eu não sabia...- Eu também não sabia o que falar.
-Viu, é por isso que eu não falo, geralmente as pessoas sentem pena.
-Eu não estou com pena, apenas lamento por você não poder colocar mais crianças lindas no mundo com o seu gene.
-Obrigada. - Agora é seu rosto britânico que cora levemente. - Amb, eu tomei semanas de coragem para vir aqui, me remoí até o último instante durante uma semana, passei pensando o tempo todo. E o que mais me tocou foi uma notícia que li no jornal, sobre um homem que adotou mais de vinte crianças e as deu um lar. Eu pensei, porque eu não adoto? - Sorri com seu pensamento. - Mas aí à noite me veio outro pensamento, porque adotar um estranho agora, se eu posso criar uma criança e cuida-la desde a gestação, já que a mãe dessa criança é alguém que me tem por completo?
Ele estava falando de mim, ele estava falando que eu o tinha por completo. Meu mundo pareceu ficar no ar, pareceu sair corações vermelhos dos meus olhos, o que eu mais queria era lhe dar um beijo.
-Fui criado pela minha mãe e pelo meu pai como um casal bom, com princípios, sendo assim eu tive uma educação muito boa na Inglaterra. Todos lá são pessoas respeitosas e muito educadas. Desculpe se eu pareci irritado aquele dia, se eu lhe falei algo ruim ou se eu não lhe dei mais atenção do que deveria. Escolhi que com você seria do jeito certo.
-Eu sou eternamente grata por você me tratar como uma dama, mas também sou eternamente endividada com a falta de caráter perante à você.
-Falta de caráter? Sabe o que mais me fez vir aqui, além desse pensamento?
-Não. - Balanço a cabeça levemente.
-Foi você ter me dito com todas as letras isso, não ter escondido e nem ter tentado dizer que esse filho era meu.
-Até porque se eu dissesse isso seria duas furadas, pois nós não transamos e você não pode ter filhos. - Pus a mão na boca quando vi que falei isso, que deve feri-lo, tão abertamente. - Desculpa, desculpa, desculpa.
-Não foi nada, sorte dos meus pais que minhas irmãs podem ter e tem filhos. - Ele ri.
-Eu não quis, você sabe... não quis. - Balancei a cabeça diversas vezes e ele pôs a sua mão por cima da minha.
-Calma, eu sei que não quis. - Ele ri e então eu me sinto a vontade para desabafar a risada nervosa. - A propósito, eu já consigo ver uma pequena saliência aqui. - Ele aponta para minha barriga.
-Ah. - Levanto o moletom e em seguida a blusa, olho para a quase imperceptível barriga e olho pra ele. - Não tem muita graça agora, mas quer toca-la? - Pergunto e ele intercala os olhares entre eu e a barriga.
-Claro.
Sua mão quente encostou na minha barriga que estava mais quente ainda, seus olhos pairaram sobre a barriga e em seguida sobre os meus. Meu corpo todo estremeceu, e ele se aproximou lentamente enquanto a mão fazia movimentos circulares em minha barriga. Levemente seus lábios tocaram os meus, molhados, e minha boca se entreabriu para aprofundarmos um beijo cheio de saudades e talvez de algo a mais.
Minha respiração se confundiu com a dele, e quando meus olhos abriram levemente, para ver que isso não era realmente um sonho, ele abriu os dele também. Quebramos o beijo com o riso.
-Está com quantas semanas mesmo?
-13, quase 14. - Suspiro fundo.
-E o Bruno?
-Não sei, depois do dia que ele soube que o bebê era realmente dele, ele nunca mais entrou em contato comigo. - Respiro e sorrio de lado. - Eu sei que ele ficou tão apreensivo quanto eu quando descobri, sei o que ele sentiu, e não é nada bom.
-Eu imagino que deva ser difícil pra ele.
-Principalmente porque ele tem fama e tudo mais. Agora imagina como vai ficar a minha fama... Vai ser manchetes como "golpista" e minha foto bem grande, isso caso todos saíbam que ele vai ter essa criança, o que eu acho quase impossível que ele irá registrar.
-Se ele não registrar, eu faço questão.
-Não, isso eu não deixarei Finn.
-Shii. - Ele coloca o dedo sob a minha boca. - Isso discutimos mais tarde, acabamos de reatar e eu não quero uma briga.
-Acabamos de reatar? - Lembrei-me que nós nunca namoramos.
-Que foi? - Pergunta ele com o riso em seus lábios.
-Nós reatamos o que não tínhamos? Confuso. - Agora ri mais descontraída e ele gargalha.
-Nós não tínhamos nada?
-De certa forma não, nada concreto. - Arqueio as sobrancelhas e ele ri mais ainda e aproxima o rosto do meu.
-Então vamos ter. - Fiquei o olhando, entendi o que ele falou, mas eu sei que posso estar imaginando coisas. Aí senhor. - Eu tenho que perguntar com todas as letras se você quer namorar comigo?
Eu rio balançando a cabeça e ele fica me olhando mais ainda, esperando uma resposta para a pergunta que acabara de fazer. Respondi que sim milhares de vezes enquanto ele ia me dando vários selinhos.
Com quase toda a certeza, hoje talvez é o dia mais feliz depois que eu descobri que estava grávida!



Olha, eu não sei quais são os seus planos pra essa fic, mas só quero que saiba que já shippo eternamente Amber e Finn *__________* MEU DEUS, QUE HOMEM É ESSE? QUE GENTLEMAN, QUE DEUS GREGO, QUE TUDO! <3 Foda-se Bruno! Continua sis, linda do meu coração! Não me deixe ansiosa, ok?! Vou te azucrinar horrores HAHAHA! u.u
ResponderExcluirAIIIIIIIIIIINW TO CHOROSA FINNBER VOLTOU COM FORÇA TOTAL PRA DESTRUIR MEUS FEELINGS. MANO, QUE HOMEM É ESSE VENK TESAUUUM E ME COME COM NUTELLA. COMO EU QRIA AGARRAR A AMBER AGR, PASSAR A MÃO EM SUA IMPERCEPTÍVEL BARRIGA. AMO FORTE ESSES DOIS. E AGR? ACHO Q NÃO QRO ELA COM O PILANTRA DO BRUNO SHUAKSHUAKSHUA. CONTINUA ANTES Q EU INFARTE. SINTO CHEIRO DE HOT NO AR KK ♥ ♥ ♥ ♥ *-------*
ResponderExcluirADRIANA QUE MARAVILHOSO CARAAAAAAAA MEU DEUS TO RADIANTE AGORA HAHAHA ANEI DEMAIS CONTINUA POR FAVOR
ResponderExcluirELE É MARAVILHOSO TAMBÉM QUERO UM BRITÂNICO NA MINHA VIDA MAS NÃO QUERO ELA NA DELA, PENSAVA QUE ERA O BRUNO E EU TO COM ODIO DO BRUNO, ELE TEM QUE ACEITARRRHEGGG
ResponderExcluirtomare que o finn morra o/
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