terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Capítulo 62 - lingerie beige and nicknames




Amber Pov's

Eu fui fisgada por Bruno há um tempo, temo que terminei com Finn e menti para mim mesma que o motivo seria a falta de fidelidade minha à ele. Fiquei temerosa com todas as coisas acontecendo, e fui me entregando aos poucos ao Bruno, que me acolheu. Entendo o que ele fez quando descobriu, as desconfianças... eu entendo tudo, consigo compreender. Então hoje, quando estávamos sentados a mesa e ele começou a falar tudo aquilo, fiquei com medo de ser mais uma imaginação, ou brincadeira. Me senti vulnerável à ele, e então me afastei para conseguir pensar. Já na cozinha, pensei tanto sobre nós, que fui ao encontro dele.
Me enganei quando, um dia, disse que estava perdidamente apaixonada pelo Finn. Eu não sabia o que era estar apaixonada até conviver com o Bruno e conseguir enxergar meu futuro ao lado dele, pai do meu filho. Sentia por Finn uma grande amizade, mas por Bruno é além de carnal! É sentimental.

Quando estávamos dentro do seu quarto, e eu finalmente disse o que estava em minha garganta, nos beijamos. Ele me segurou nos seus braços me mostrando uma incrível sensação de que eu poderia voar, nada que possa comparar a todas as pessoas pelas quais eu fiquei. Bruno é tão especial, e esse momento está se tornando mais ainda.

-Eu não quero lhe forçar a nada. - Disse quando a sua mão escorregou até minha bunda.

-Eu quero. - Gemo, próximo ao seu ouvido.

-Certeza?

Beijei seu pescoço em resposta. Andávamos até a beirada da cama, e quando Bruno bateu com as pernas, encostando na cama, eu aprofundei os beijos em seu pescoço, transformando em belos chupões de leve e mordidas pequenas, que faziam ele suspirar alto e puxar meu cabelo.

-Amber... - Levo minha mão até o meio de suas pernas.

Me viro, sentando na cama, e ele em minha frente. Abro o botão da sua calça e ele suspira profundamente. Abro a braguilha e sorrio, mostrando que realmente quero fazer aquilo e quero acertar, já que da outra vez provavelmente ele não tenha gostado tanto. Abaixo suas calças, deixando exposta a sua cueca. Passo minhas mãos sobre seu membro e o acaricio de leve.

Quando tirei suas cuecas até a altura dos seus joelhos, ele suspirou mais uma vez, juntando meus cabelos para trás. Pego no seu membro e começo a alisa-lo, masturba-lo, passando a língua sobre a glande, de leve, tentando deixa-lo mais excitado se é que era possível.

Abocanho-o com prazer, fazendo um movimento limitado, somente na glande, e aumentando aos poucos. Conforme eu aprofundava mais o seu membro em minha boca, mais ele gemia, acho que estava fazendo o certo. Mantive o contato com seus olhos, e mantive minha mão o masturbando para ajudar.

-Ah! - Geme tão alto quando tento enfiar todo o membro na boca, engasgando um pouco. - Meu Deus, Amber. - Ele diz, passando a mão nos meus cabelos e forçando um pouco a minha cabeça. - Eu não aguento tanto tempo.

Puxei minha blusa pra cima, tirei meu sutiã rapidamente, e continuei a chupa-lo, mas Bruno entendeu que se ele precisasse fazer o que teria que fazer, seria nos meus peitos. Arranhei a sua barriga, e limitei meus movimentos, deixando bem ralos, para dar mais tesão. Bruno então começou a gemer mais alto, e fechou os olhos, pegando o membro em mãos e despejando tudo sobre meus peitos. Passo a mão sobre o líquido, fazendo uma cara nojenta, e ele ri, se inclinando para me beijar.

-Isso foi incrível! Obrigada. - Depositou um selinho em minha boca.

-De nada. Só queria que tivesse prazer comigo.

-Eu sempre tenho, e quero fazer com que você tenha.

-É? - Dou um sorriso sacana.

-Não faça essa cara de puta doce, Amber. Ou daqui a pouco vamos para a segunda rodada.

Não tento escapar das suas carícias. Deixo ele me despir, ficando completamente nua, com vergonha de estar nas mesmas condições do que ele me encontrou da outra vez. Pensei que teria nojo quando abri minhas pernas, mas ele sorriu, beijando minha barriga, e trilhando até minha intimidade completamente úmida. Começou de leve, com sua língua sedenta, tentando me levar a loucura mexendo bem no meu clitóris, depois passou os dedos e introduziu dois em mim, fazendo arquear as costas, gemendo. Chupou de leve, e investiu com os dedos, aumentando o ritmo. Se ele ficou nisso por muito tempo, eu não sei, mas cheguei no meu ápice rapidamente, sem sentir tanta coisa como pensei que sentiria. Quer dizer, o oral foi maravilhoso, mas pensei que entraria em loucura, mas no final foi apenas normal. Bruno beijou as minhas coxas, depois beijando a barriga, e vindo por cima de mim com cuidado.

-Você é incrível! - Beijo de leve a sua boca.

-Eu sei. - Seu sorriso de lado me desarmou.

-Vai dormir como fez na nossa primeira vez?

-Pra quê dormir quando eu posso deitar ao seu lado e ficar conversando, ou partir para um maravilhoso segundo round.

-Essa ideia de segundo round é boa. - Passo a mão nos seus cachos.

-Não irei machucar o bebê?

-Acho que não, só tente não ir muito afundo.

+++

Ele cai ao meu lado na cama depois do tão dito segundo round. Havíamos feito com tanto cuidado, que mal pensamos em chegar num orgasmo, apenas queríamos nos tocar mais e mais. Me encarou, com um riso exposto nos lábios.

-Uau. - Bruno ri, e me puxa para deitar a cabeça sobre o seu peito descoberto. Passo a unha na sua barriga nua, e ele se arrepia completamente. - Sabe o que eu queria fazer agora?

-Não. - Escutei a sua voz bem próxima ao meu ouvido. Então ele me beija delicadamente, e eu me arrepio. - O quê?

-Hm... - Passou os dedos em meus cabelos emaranhados e se ajeitou um pouco na cama. - Queria te levar no colo para tomar banho, mas... Nathan está enorme, gordo, e eu não sou tão forte assim.

Começo a rir, imagino se ele tentasse nos levar provavelmente cairíamos no chão no mínimo. Beijo seu peito e levanto o olhar o máximo possível.

-Tem que ir para a academia, papai. - Provoco-o e mordisco os lábios.

-Não faz essa carinha, nem me chama de papai enquanto eu não puder ir fundo em você, por favor. Estou aguentando para não partirmos para um terceiro round.
-Você é insaciável, Bruno.

-Deveria ter avisado isso desde o inicio. - Ele beija o topo da minha cabeça. - Já que eu não posso carregar você, está convidada para um banho comigo.

Levanto logo depois dele, mas estaciono sentada na cama. Bruno estava nu, assim como eu também, mas ele parecia não se importar com isso, ergueu as sobrancelhas quando viu que eu o observava. Sorriu e esticou a mão para me ajudar a levantar.

-Você é linda, eu sou lindo, nós transamos, não precisa ficar com vergonha. - Ele me puxou.

Me senti tão envergonhada com ele me encarando completamente nua, minhas bochechas estavam, literalmente, queimando. O olhar dele passou por tudo o meu corpo, e um sorrisinho escapou entre seus lábios. Entramos no banheiro, e Bruno já foi ligando a torneira para encher a banheira.

-Não tem uma dessas no meu quarto. - Resmungo, encostada em um dos balcões.

-Pode usar quando quiser. - Ele despeja algum líquido na água, com um cheiro delicioso. - Se eu estiver usando, principalmente.

Dou a língua para ele, que faz cara de tarado pervertido .

-Esse cheiro é maravilhoso. - Respiro fundo, adorando o cheirinho que se propaga por ali.

-É de rosas. - Bruno passa a mão sobre a cama de espuma que se formava na banheira e estica a mão pra mim. - Vem!

Me ajudou a entrar, e puxou-me quando ameacei sentar do outro lado. Bateu na água, dizendo para sentar entre suas pernas. Sentei lentamente, já que a temperatura da água até acostumar é estranha, e me rescostei nele, que transpassou as mãos  pelo meu corpo, alcançando minha barriga.

-E aí, filho? - Rio, e balanço a cabeça de leve. - Ansioso para vir conhecer o papai?

Acho que Bruno esperava por algum chute, mas não aconteceu. Nathan continuou quietinho, então ele apoiou a cabeça sobre meu ombro, colocando meu cabelo para o outro lado.

-É oficial? - Ouço-o perguntar. - Digo, eu e você? É oficial? Estamos namorando? - Percorre um fio de arrepio sob a minha coluna, se espalhando por todo meu corpo.

-Eu não sei. - Tento virar a cabeça para encara-lo. - Você pediu? Porque estou fazendo um esforço para lembrar. - Rio e ele deposita um beijo em minha bochecha.

-Não acredito que quer que eu diga com todas as palavras.

-Por favor. - Peço.

-Okay... Nathan, pergunta pra mamãe... - Começo a rir enquanto ele falava isso próximo ao meu ouvido, com os olhos fixos em minha barriga. - Pergunta pra sua mãe se ela quer dividir a vida comigo. Quer ser minha... Em todos os sentidos. - Beijou meu pescoço, dando muitos selinhos. - Pergunta se ela quer namorar comigo?

-Com beijos no pescoço e uma banheira confortável, é golpe baixo. - Respondo baixinho.

-Você quer namorar comigo, Amber?

-Vai me deixar te chamar por apelidos broxantes, se eu aceitar? - Pergunto.

-Se você não usar lingerie bege, eu deixo. - Beijou meu pescoço mais uma vez, abafando o riso. - Você aceita? De verdade?

-Hmm... - Faço cara de pensativa, e ele belisca meu braço. Gargalho alto, pondo a mão no local. - Se for para me agredir, não aceitarei.

-Desculpa. - Ele vê meu beicinho esticado, coloca a mão sobre a minha no braço.

-Eu aceito, só me deixe pensar em alguns apelidos.

Seu corpo aperta bem o meu, me envolvendo num abraço aconchegante, sua mão repousa em minha barriga novamente e incrivelmente eu sinto uma conexão. Sussurrou em meu ouvido, com a voz meio rouca:

-Eu, você e o Nathan. Acho que eu posso viver feliz pelo resto da vida, sim? - Esperou uma confirmação minha. Balanço a cabeça de leve. - E você?

-Acho que eu também.

2 comentários:

  1. Aaai que lindo! Chorosa estou!
    Ela aceitou mas ta meio temerosa, nao é? Quero saber a reação de todos quando souber do novo casal! #Bruber4Ever

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  2. Awwwwhê esse final ❤❤❤❤❤ quase chorei, quase u.u
    Eu amei mesmo, sabe, to amando a fic mais agira shausbausha continueeee

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