Amber Pov's
Depois da madrugada um tanto agitada, por Bruno ficar conversando com nosso filho, ele finalmente foi para o quarto descansar. Não quis apavora-lo, mas tive medo de suas marcas no rosto, se ele não tomar cuidado elas podem não sair. Mas, passei a noite bem, e quando acordei, Bruno já não estava mais em casa.
-Bom dia. - Dou um sorriso de lado para Marie.
-Bom dia. - Ela abre uma garrafa de leite. - Como está se sentindo?
-Gorda, inútil. Um caco. - Faço uma careta.
-Essa é a única vez em que eu amei estar gorda. A magia de quando nosso filho nasce é incrível.
-Eu imagino.
-Posso ser um pouco indiscreta? - Balancei a cabeça, positivamente. - Você se alimentou direito ontem? Porque eu não vi isso, e a vitamina continua ali.
-Ah. - Passo a mão nos cabelos. - Tive um dia complicado demais para pensar em comida.
-Mas não pense na comida, pense no bebê. Aliás, já foi dado um nome?
-Sim. - Agora respondo empolgada. - Nathan. - Passo os dedos pela barriga.
-Lindo nome. - Seus olhos brilham. - Bruno está feliz, eu percebo isso nele.
-Que bom. Eu também estou feliz. - Sorrio para ela.
-Vou falar, Bruno não é do tipo que agrada qualquer um, ele tem que gostar da pessoa pra fazer isso. E quando ele gosta, ele gosta mesmo. Estou feliz que ele tenha aprendido que um filho será uma coisa boa.
-Eu sei, Bruno é intenso e aos extremos. - Mexo minhas mãos, como um tique.
A manhã passou rapidamente. Em momento algum Marie falou sobre o rosto de Bruno, talvez ela nem tenha visto como ele ficou. Mas no inicio da tarde ele me liga, avisando que foi ao dentista e que voltará no final da tarde. Riley me liga em seguido, avisando que viria pra cá.
Atendo a campainha e dou um beijo estalado em seu rosto.
-Que saudades. - A aperto num abraço.
-Muitas. - Ela respira profundamente.
-Entra. - Indico a casa para ela.
Fomos para a sala, liguei o ar condicionado para estabilizar uma temperatura legal, e ficamos sentadas, primeiramente conversando sobre a sua nova amiga/affair.
-Mas fora isso, eu acho que nada de novo. - Riley cruzou as pernas e se recostou no sofá. - Agora, a sua sei que tá agitada.
-Eu diria que ela está mais confusa do que qualquer outra coisa.
-Eu vi o Finn conversar com a Belle ontem... Ouvi sobre o término de vocês, e sobre a briga dele com o Bruno. Ele está se orgulhando de ter batido nele.
-Nunca pensei que ele fosse capaz de fazer isso.
-Bruno é a única ameaça que ele sente. É a única coisa que te prende para longe dele.
-Não... - Balanço a cabeça. - É disso que eu falo. Não terminei com ele pelo Bruno.
-É o que ele acha.
-Foi por mim. Eu que sonhei com ele, eu que vim morar aqui, eu que passo momentos bonitos ao lado dele e tenho vontade de beijar a sua boca. E fui eu que deixei ele continuar quando dormimos juntos.
-Vocês o que?
-Dormimos juntos?
-Isso foi bem mais do que eu pensei. - Riley faz um gesto com a mão. - Wow.
-Eu que deixei, eu que tive vontade. Todas as vezes!
-Foram mais de uma?
-Mais de um beijo, sim. Mas para a cama só uma.
-Escute. - Ela se inclina, descruzando as pernas. - Eu estou do seu lado. Sei que está confusa, que não sabe o que está sentindo e o que quer, mas isso vai passar. No momento certo você vai escolher a coisa certa.
-Obrigada. - Fecho os olhos, torcendo os lábios. - Não queria brigar com o Finn, que nada fosse daquela forma.
-Vai se resolver logo, logo. Eu garanto.
-Como Belle ficou quanto à isso?
-Ela pareceu desapontada, mas não é segredo pra ninguém que ela prefere o Finn do que o Bruno.
-E você?
-Finn ou Bruno? - Ela pergunta e eu concordo. - Pensei que estivesse na cara. Bruno, é claro.
-Bruno não poderia estar como opção. - Passo a mão na cabeça. - Nós somos amigos.
-Amigos que se pegam. - Ela ri. - Essa história de amizade colorida tem dois caminhos. Um é você e ele nunca mais serem amigos como eram e acabarem quase nem se falando mais. E o outro é, você e ele levarem isso pra frente, cada vez mais sério. E a última opção está mais em conta, já que ele ama essa criança.
-Bruno tem a vida dele, eu tenho a minha. Apenas suprimos nossas vontades.
-Ok... mas se um dia isso acontecer, eu quero ser a primeira a saber.
Depois de Marie levar, por conta própria, um belo pedaço de torta para nós, fomos até o quintal dar uma volta. Ainda continuávamos a conversar sobre muitas coisas, e então resolvi mostrar para ela o quarto do meu filho. Depois que abri a porta do quarto, ela abriu sua boca e atentamente olhou tudo, e literalmente, boca aberta com todos os detalhes do quarto.
-Bruno pensou nisso tudo?
-Sim, e deu a ideia para um decorador, e ele tentou fazer como Bruno disse. - Passei a mão pelo berço.
-Nossa, me surpreendeu. - Ela faz o mesmo gesto que eu. - Olha esse móbile. - Ela aponta para o móbile sobre o berço.
-Lindo, não é?
-Maravilhoso. - Riley sentou no sofá, e esticou-se para frente. - O que é isso?
-Ah, isso. - Ela havia pego a letra H, do nome que Bruno comprou para por na parede. - É pra por ali, na parede. - Respondo.
-Mas o que está escrito com H?
-O nome dele... - Estava planejando contar para todos juntos, mas acho que isso não vai mais acontecer.
-Você já escolheu o nome dele? - Riley levanta, olhando para onde havia pego a letra. Pegou mais algumas.
-Sim...
-Thana? - Pergunta quando montou as letras que achou.
-Aqui. - Entreguei um N perdido. - Nathan.
-Que lindo. - Ela prontamente coloca as letras lado a lado. - Porque não me contou?
-Não contamos para ninguém ainda. Queria o momento certo.
-Corta essa. - Rye dá um tapinha em meu ombro. - Eu amei o nome.
-Eu também. Bruno que escolheu.
-Mmmmmm.
Como esse "mmmm" foi intencional. Sei porque depois tudo ela falava sobre o Bruno e as escolhas, dizendo que meu filho vai ser a cara dele só por tantos agrados que ele dá. Eu ria de tantas piadas, e fiquei vagando em pensamentos do dia em que desenhamos meu bebê.
Riley foi embora um pouco antes de escurecer. E Bruno chegou assim que Marie foi embora. Estava com algumas sacolas de super mercado, e de boné e óculos escuros, com um pequeno band-aid em seu nariz.
-E ai, quebradinho?
-Você tem apelidos melhores. - Eu o sigo para a cozinha.
-Eu sei, mas hoje estou zero por cento de criatividade. - Ele retira os óculos assim que põe as sacolas sobre a mesa. - Ai, Bruno! Isso está feio. - Levo a mão até seu rosto, mas por receio, não encosto.
-Obrigada por lembrar.
-Desculpa. - Ri baixinho.
-Isso é por você ter cuidado de mim ontem à noite. - Bruno tira da sacola uma grande caixa de bombons finíssimos. - E isso, é um presente...Uma lembrança.
-Bruno, não precisava. - Tomo as coisas de sua mão, e pego primeiramente o presente. Um embrulho fino e comprido. Abro e vejo um lindo colar. - É lindo. - Estava maravilhada com a jóia.
-Ele abre. Dá para por duas pequenas fotos, uma do Nathan e outra de alguém que ama. Pensei em dar já com a foto da Violet, mas era melhor deixar pra você decidir.
-Bruno isso é maravilhoso. - Faço a volta para dar um abraço. - Obrigada. - O apertei.
-Meu braço. - Ele reclama pondo a mão em cima.
-Me desculpa. - Faço uma careta.
-Não foi nada.
Ta cuuuurto! Quero maaais! Mas tô meio: ai meu Deus, que fofos, maravilhosos, perfeitos aaaah.
ResponderExcluirIgual, continua pequeno porém fofo.
Continua logo, tipo hoje! 💞
"Foto de alguém que ama" Ta quase gritando POE UMA FOTO MINHA AI POR FAVOR hahaha amei Drii continua logooo
ResponderExcluirADOREI mas ta pequeno, moça
ResponderExcluirposta mais, moça
quero leite, moça PUTZ 😂😭😪😥
Adoro suas fanfic's eu tinha lido never let me go e adorei agr esse adoroo mais ainda hahaa continua ^^
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